Metamorfose em Voz Alta
Metamorfose em Voz Alta
É um abraço em palavras, um eco de vivências, um sopro de poesia na rotina. Aqui, cada episódio é um convite para sentir, lembrar, se refazer.
Das páginas do meu livro às histórias que a vida escreve em cada um de nós, teço versos e crônicas que falam de essência, dores, recomeços e do que nos torna quem somos. Mas não caminho sozinha. Trago também as vozes dos ouvintes, relatos de metamorfoses reais, onde a mudança acontece e a alma se refaz.
Entre palavras, movimento e escuta, transformo histórias – minha e dos outros. Viver é uma constante metamorfose.
Karina Zeferino
Sou filha de Serra Negra, mas escolhi São Paulo como lar – uma cidade que pulsa cultura e inspira histórias. Fascinada por literatura, sempre encontrei nas palavras um refúgio e uma forma de expressão. Escrever não é apenas um hábito, mas uma necessidade, e hoje me dedico ao sonho de publicar meu primeiro livro.
Minha jornada profissional começou no movimento do corpo: sou formada em Educação Física e Pedagogia, tendo atuado como personal trainer, professora de ginástica coletiva e instrutora de Pilates. A dança e a expressão corporal também fizeram parte da minha trajetória como coreógrafa premiada da Banda de Percussão Fanjov e da Escola de Samba Fanjov.
Com o tempo, senti que minha missão ia além do físico e decidi mergulhar na Psicologia. Estudo o comportamento humano e os processos mentais com o propósito de transformar vidas, compreendendo como cada pessoa constrói sua própria história.
Entre livros, reflexões e escuta, sigo buscando impactar positivamente o mundo – seja pelo movimento do corpo, pela força das palavras ou pela empatia da escuta. Afinal, viver é uma constante metamorfose.
Escritora por essência
Escrever sempre foi mais do que um hábito — é meu jeito de respirar o mundo.
Já participei de 18 antologias e coletâneas literárias, com 26 textos publicados, entre poesias e crônicas que narram o cotidiano, o sentir e as transformações da alma.
Em 2025, tive minha escrita reconhecida com o 2º lugar no Concurso de Poesia da Editora Lura, e recebi o prêmio na Bienal do Livro do Rio de Janeiro — um marco simbólico nessa jornada que é feita de palavras, coragem e verdade.
Agora, sigo me dedicando à realização de um sonho antigo: o meu primeiro livro solo. Um mergulho poético em vivências, dores, superações e renascimentos — meus e de tantas mulheres. Porque sangro palavras para cicatrizar a vida. E escrevo, sempre, para transformar.