O Setembro Amarelo surgiu em 1994, nos Estados Unidos, a partir da história de Mike Emme, um jovem de 17 anos conhecido por sua alegria, generosidade e habilidade com mecânica. Mike tinha um carro antigo que ele mesmo restaurou e pintou de amarelo brilhante.
Infelizmente, em setembro daquele ano, Mike tirou a própria vida. No velório, seus pais e amigos distribuíram cartões com fitas amarelas e mensagens de apoio para quem pudesse estar enfrentando momentos de dor, dizendo: “Se você precisa, peça ajuda”. Esse gesto se espalhou rapidamente como símbolo de acolhimento e prevenção.
Desde então, a fita amarela passou a representar a luta contra o suicídio em campanhas de conscientização. A cor foi escolhida não só pela memória de Mike, mas também pelo que ela simboliza: luz, vida, esperança e a possibilidade de novos começos.
No Brasil, o Setembro Amarelo foi adotado oficialmente em 2015, por iniciativa do CVV (Centro de Valorização da Vida) em parceria com o CFM (Conselho Federal de Medicina) e a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). Desde então, todo o mês de setembro se tornou um chamado para quebrar o silêncio, falar sobre sofrimento e oferecer apoio a quem precisa.
💛 O amarelo nos lembra que, mesmo em meio à escuridão, é possível acender pequenas luzes de cuidado, presença e esperança.
💛 O amarelo da luz, da vida, da lembrança de que pedir ajuda é um ato de coragem.
💛 Que cada fita, cada palavra e cada gesto sejam faróis acesos na escuridão de quem sofre.
📞 CVV – 188 (24h, gratuito e sigiloso)
👥 Psicoterapia é cuidado e presença.
Karina Zeferino


